
[...] Soube fazer de tuas mãos o laço com que atei a teia da vida,
Soube fazer da vida um sonho, onde desencadeei, onde fui foz do rio que desagua em seus braços.
No seu corpo desafiei a lei dos homens descaracterizados pela textura da ignorância que à revelia determina os passos das minhas emoções.